segunda-feira, 17 de junho de 2024

Café com Sueli Arantes

 

Nova ocupação 

Ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-titular da Secretaria de Indústria e Comércio, o empresário José Vitti pulou literalmente para atrás do balcão. Ele agora se aventura a tocar um movimentado bar no alto do Setor Bueno, o Botekko. É lá que ele beberica uísque 18 anos e reafirma de pés juntos a decisão de ficar bem longe da política. Pelo menos em 2022.

 

Aguenta, coração

Anote: antes das definições das convenções partidárias, a pré-campanha promete surpresas e fortes emoções em Goiás. Os principais atores se movimentam nos bastidores, no estado, em Brasília e São Paulo. Com isso, novas e inesperadas mexidas no tabuleiro político-eleitoral podem acontecer, com reviravoltas e mudanças importantes na correlação de forças em Goiás. Vai ser um verdadeiro teste para cardíacos.

 

Viúva Porcina  

Depois de trocar o PSDB pelo PSB e se lançar pré-candidato ao governo de Goiás, José Eliton protagoniza mais uma patacoada. Tal qual a viúva Porcina de Roque Santeiro, que foi sem nunca ter sido, Eliton já desistiu da candidatura ao Palácio das Esmeraldas. No final das contas, nem somou nem diminuiu nada.

 

Faca nos dentes

Com a saúde nos trinques, colecionando vitórias na Justiça e mais animando do que nunca, o ex-governador Marconi Perillo colocou o pé na estrada e está cumprindo agenda intensa de compromissos políticos. Só em Anápolis, ele já esteve três vezes nas últimas semanas e deve voltar no dia 11 de junho para nova programação. E pelo menos dez encontros regionais do PSDB estão marcados até agosto.

 

 

Solução caseira

Depois de idas e vindas, o PT de Goiás deve mesmo lançar o ex-reitor da PUC, Womir Amado, como candidato ao governo do estado. A aposta petista é colar na campanha de Lula para crescer nas pesquisas na corrida pelo Palácio das Esmeraldas.

 

Sempre alerta 

Bem ao estilo um olho no gato e outro no prato, o governador Ronaldo Caiado divide as atenções entre a administração estadual e as articulações político-eleitorais, que ganham cada vez mais espaço com a proximidade do pleito deste ano.

 

 Bola fora  

Se der a lógica, o empresário Leonardo Rizzo, do Novo, deve ser o maior fiasco das eleições de 2022 em Goiás. As razões são simples: Rizzo não é do ramo, não tem base eleitoral e, por último filiou-se a um partido que inexiste em termos estaduais. Para completar, o empresário não tem noção alguma sobre o arco de apoio que precisa construir para vencer o pleito. Tanto é verdade que foi a São Paulo buscar o apoio do financista Henrique Meirlelles, que de Goiás e de povo não entende absolutamente nada.

 

Carona

Na barulhenta visita de Jair Bolsonaro a Goiânia, na última sexta-feira, 27, o pré-candidato ao Senado pelo PL, Wilder Morais, aproveitou para colar sua imagem a do presidente, participando da motorista de bolsonaristas e postando vários vídeos nas redes sociais. Wilder trabalha para capturar os votos da direita em Goiás e, para ter sucesso, precisa se identificar cada vez mais com o eleitorado do capitão no estado.

 

 

Apreensão

O Grupo Jaime Câmara fechou um pacote de pesquisa sobre a sucessão estadual com o instituto Serpes. Os levantamentos serão primeiramente mensais, com o primeiro já sendo publicado na primeira quinzena de junho. Depois, com a proximidade das eleições, serão quinzenais. Tem candidato a governador roendo as unhas de preocupação.

 

Foto: Y. Maeda

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Este post foi escrito por: Sueli Arantes

As opiniões emitidas nos textos dos colaboradores não refletem necessariamente, a opinião da revista eletrônica.

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