segunda-feira, 17 de junho de 2024

Já é possível conversar com quem já morreu. Será?

 

É AI que não acaba mais. O business agora quer fazer com que você consiga bater um papo até com quem já morreu – sem utilização de meios religiosos — ou até deixar uma versão sua para depois de partir.

 

Percebendo que usuários estavam criando bots com as personalidades de entes queridos que já se foram, outras empresas criaram AIs só pra isso. Veja alguns exemplos:

 

A Replika oferece uma “companhia que se importa” para dar conselhos nos momentos difíceis — por chat ou vídeo;

O HereAfter AI te entrevista por vídeo para deixar uma versão reservada aos seus familiares quando você bater as botas;

O Story File reúne vídeos de familiares e usa AI para transformá-los num “álbum de família eterno”;

O Seance AI permite criar uma versão digital de quem já se foi e o Versona monta seu perfil para a eternidade.

 

O luto vira lucro – A ideia de “driblar” as perdas usando a tecnologia ganha cada vez mais força, no novo segmento chamado de “tech de luto”.

 

Já vimos por aqui… A própria campanha da Volkswagen que bombou no Brasil recriando uma versão da Elis Regina em AI levantou questões sobre o “direito dos mortos na era digital.

 

Empresas que exploram o fato de não vivermos pra sempre já chegam a faturar mais de US$ 10 milhões por ano — como é o caso da StoryFile.

 

Com: The News

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Este post foi escrito por: Britz Lopes

As opiniões emitidas nos textos dos colaboradores não refletem necessariamente, a opinião da revista eletrônica.

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