sábado, 18 de maio de 2024

“Navio não dá cavalo de pau”

 

Hiram Souza — Pode parecer brincadeira, mas o que estamos vendo é o mais claro, autêntico e contundente calote eleitoral. Se o TSE — Tribunal Superior Eleitoral proíbe ou não o calote eleitoral, não sei, mas ele foi instituído na última eleição e ainda nem estou falando da picanha com cerveja gelada. Até aqui, geladas mesmo, por enquanto, são as atitudes do governo. Eu estou falando é do seu, do meu, do nosso dinheiro sendo jogado no lixo da corrupção, favorecimento, compra de votos e uma infinidade de “pequenas” loucuras administrativas que vêm sendo praticadas diuturnamente.

 

Vocês se lembram do programa apresentado como salvação para o Brasil? O tal “Arcabouço Fiscal” anunciado com pompas e circunstâncias pelo governo que então assumia? Isso em janeiro de 2023. Pois bem, o tal arcabouço fiscal prometia déficit zero já em 2024. Nem chegamos à metade do ano de 2024 e o governo reconhece que não vai conseguir. Na segunda-feira 15, anunciou que não vai cumprir o que prometeu e, ao que tudo indica, a “união e reconstrução” não vai acontecer até porque não estamos unidos e caminhamos para a desconstrução.

 

Mas, rápido no gatilho das promessas, jura de pé junto que em 2025 o salário mínimo será de R$1.502,00 e uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas sempre no propósito de levar no bico o seu eleitorado e de quebra os que “não gostavam” do antigo presidente, que fique claro, o atual governo não vai conseguir cumprir o que eu passei a chamar de “Arcalouco Fiscal” simplesmente porque é impossível cumprir as metas estabelecidas no plano.

 

Primeiro porque o governo não quer cortar despesas, ou melhor: NÃO PODE cortar despesas, porque não se sustenta sem o aval dos congressistas. Com o objetivo de vender o déficit zero, o ministro Haddad projetou receitas superestimadas que o governo não está conseguindo implementar, simplesmente porque não inspira confiança dentro ou fora de casa. A insegurança jurídica provocada pelos arroubos “legislativos” do STF assustam investidores, em reais, dólares ou euros… e a máquina começou a parar.

 

Como dizem os navegantes dos agitados mares brasileiros, “Navio não dá cavalo-de-pau”. Nesse momento, acho eu, estamos naquele estilo Titanic sulamericano. Somos um enorme navio porque temos um PIB de 10 trilhões (1,92 trilhões de dólares) e uma dívida que corresponde a 73% desse total. Assusta porque não vemos nenhuma atitude desse governo no sentido de redução de despesas em busca do equilíbrio.

 

Esse governo foi eleito por uma série de mágicas, e hoje é sustentado na base da compra de apoio, com farta distribuição de dinheiro público eufemisticamente chamado de “emendas parlamentares,” escoadouro por onde tem sido colocadas montanhas de dinheiro nas mãos dos deputados, evitando tumultos maiores e onde as possíveis ameaças de impeachment costumam ocorrer. Como diz aquele velho adágio popular:  “Mentira tem pernas curtas”; em nosso caso, 16 meses apenas.

 

Pode parecer brincadeira, mas o que estamos vendo é o mais claro, autêntico e contundente calote eleitoral. Se o TSE — Tribunal Superior Eleitoral proíbe ou não o calote eleitoral, não sei, mas ele foi instituído na última eleição e ainda nem estou falando da picanha com cerveja gelada. Até aqui, geladas mesmo, por enquanto, são as atitudes do governo. Eu estou falando é do seu, do meu, do nosso dinheiro sendo jogado no lixo da corrupção, favorecimento, compra de votos e uma infinidade de “pequenas” loucuras administrativas que vêm sendo praticadas diuturnamente.

 

Vocês se lembram do programa apresentado como salvação para o Brasil? O tal “Arcabouço Fiscal” anunciado com pompas e circunstâncias pelo governo que então assumia? Isso em janeiro de 2023. Pois bem, o tal arcabouço fiscal prometia déficit zero já em 2024. Nem chegamos à metade do ano de 2024 e o governo reconhece que não vai conseguir. Na segunda-feira 15, anunciou que não vai cumprir o que prometeu e, ao que tudo indica, a “união e reconstrução” não vai acontecer até porque não estamos unidos e caminhamos para a desconstrução.

 

Mas, rápido no gatilho das promessas, jura de pé junto que em 2025 o salário mínimo será de R$1.502,00 e uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas sempre no propósito de levar no bico o seu eleitorado e de quebra os que “não gostavam” do antigo presidente, que fique claro, o atual governo não vai conseguir cumprir o que eu passei a chamar de “Arcalouco Fiscal” simplesmente porque é impossível cumprir as metas estabelecidas no plano.

 

Primeiro porque o governo não quer cortar despesas, ou melhor: NÃO PODE cortar despesas, porque não se sustenta sem o aval dos congressistas. Com o objetivo de vender o déficit zero, o ministro Haddad projetou receitas superestimadas que o governo não está conseguindo implementar, simplesmente porque não inspira confiança dentro ou fora de casa. A insegurança jurídica provocada pelos arroubos “legislativos” do STF assustam investidores, em reais, dólares ou euros… e a máquina começou a parar.

 

Como dizem os navegantes dos agitados mares brasileiros, “Navio não dá cavalo de pau”. Nesse momento, acho eu, estamos naquele estilo Titanic sulamericano. Somos um enorme navio porque temos um PIB de 10 trilhões (1,92 trilhões de dólares) e uma dívida que corresponde a 73% desse total. Assusta porque não vemos nenhuma atitude desse governo no sentido de redução de despesas em busca do equilíbrio.

 

Esse governo foi eleito por uma série de mágicas, e hoje é sustentado na base da compra de apoio, com farta distribuição de dinheiro público eufemisticamente chamado de “emendas parlamentares,” escoadouro por onde tem sido colocadas montanhas de dinheiro nas mãos dos deputados, evitando tumultos maiores e onde as possíveis ameaças de impeachment costumam ocorrer. Como diz aquele velho adágio popular:  “Mentira tem pernas curtas”; em nosso caso, 16 meses apenas.

 

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Este post foi escrito por: Hiram Souza

As opiniões emitidas nos textos dos colaboradores não refletem necessariamente, a opinião da revista eletrônica.

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