segunda-feira, 17 de junho de 2024

O assassinato da língua portuguesa e outros assassinatos em ação

 

Ligando o Exploda-se – Creio que, sob o novo governo, todas as coisas estúpidas estarão na moda novamente. Por falta de preparo ou de boas ideias e compromissos reais com o povo, o governo iniciante se apresenta com todo o seu arsenal de baboseiras.

 

E já que estamos falando de “déjà vu,” estou pensando em trazer uma nova sessão para o Ligando o Exploda-se: o FEBEAPA, criação do inesquecível Sérgio Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, seu Festival de Besteiras que Assola o País. Dada as bobagens sequenciais que estão acontecendo nos poucos dias de governo. Como tudo tem um começo, a primeira-dama tem feito pronunciamentos cumprimentando “todes” os presentes.

 

Considerando os conhecimentos da língua portuguesa do seu esposo, é natural que ela venha trazer como novidade algo inexistente em qualquer dicionário da língua portuguesa. Então, meus amigos, se preparem, porque teremos uma enxurrada de palavras como: é gorpi, é gorpi, da ilustre governadora das Alagoas; cumpanhero, nós vai, e outras pérolas que permanentemente perambulam nas hostes que estarão surgindo nesse conglomerado de estrelas formado por 37 ministérios que, como sempre, estão aí para serem pagos por nós, mas para serem usufruídos por ELES.

 

O que mais me incomoda não é o assassinato permanente na língua portuguesa, afinal, com isso a gente consegue sobreviver, porque burrice desse tipo só dói no ouvido. O que me incomoda mesmo é o assassinato que já começa a ser perpetrado na área econômica e que sempre dói no bolso.

 

Fala-se em revogar a reforma trabalhista, idem com relação ao imposto sindical que é a principal bandeira do velhaco Carlos Lupi, presidente do PTB que, historicamente, confunde Partido Trabalhista Brasileiro com o de sua autoria o PTEB, Partido Trabalhista de Exploração do Brasileiro. Tínhamos um governo acusado de relações com milicianos e a imprensa do L vivia criticando relações não comprovadas.

 

Hoje temos uma ministra claramente ligada ao que chamo de “milicianismo” carioca que sem o que, corre-se sério risco de vida ao viver naquela bela cidade. Mas, deixou de ser uma suspeita para ser ministra nomeada do turismo. Só depois eu entendi a “esperteza” do Capo”. Sem apoio dos milicianos, não tem turismo no Rio! Que progresso hein?

 

Amigos da imprensa esquerda vocês, parafraseando Zagalo, “vão ter que me engolir” apresentado inúmeros sapos para esconder as próximas ca$#%&*@das deste jovem governo. Jovem em prazo, velho em atitudes ancestrais e maracutaias mesmo, como diria o velho parceiro apreciador de mamona.

 

Agora gostaria voltar à minha tese de que o ruim mesmo, não será o contínuo assassinato da língua portuguesa, mas as propostas do Haddad para a economia. Sinto que estávamos andando de Mercedez e passamos andar de Lada, aliás, não só de Lada, aquele carro russo, mas de lado também, tipo caranguejo.

 

Se alguém ainda se lembra do “nós contra eles”, que durante 16 anos foi colocado como tema de provas nas escolas, universidades, e também como treinamento no serviço público, lembram? Pois é, o “nós” voltou, e com aquela sede imensurável de poder, daquele tipo de democracia que prende manifestante de qualquer idade ou sexo, mesmo tendo “cumpanheiros” infiltrados. Essa é aquela democracia bolivariana que vem sendo praticada na Venezuela, com muito sucesso para poucos e desgraça para muitos. E la nave va, agora próxima de navegar em esgoto a céu aberto.

 

Hiram Souza é empresário, marqueteiro de longa data, aos 80 anos de jornada o que permite ter uma janela holística para o mundo. Com leve humor escreve sobre assuntos ligados à política, comportamento, educação e brasilidade

 

Foto: Stanislaw Ponte Preta  (reprodução)

 

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Este post foi escrito por: Hiram Souza

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