sexta-feira, 12 de abril de 2024

O colecionador de histórias do Século 20

 

Marcio Fernandes — O geólogo, jornalista e colecionador de arte, Luiz Gravatá, 81 anos, é testemunha particular dos grandes acontecimentos culturais do Século 20. No Rio de Janeiro, ele foi amigo querido de Millôr Fernandes por mais de 30 anos e conviveu muito com todas as pessoas interessantes da época. O bar Gravatá’s, localizado em sua casa em Ipanema, foi e ainda é o ponto de encontro de quem produz cultura no Rio de Janeiro. Gravatá tem uma longa relação com Goiânia. Veio para a cidade em 1967 para fazer o mapeamento geológico de Goiás. Aqui conheceu Siron Franco e desde então é um privilegiado colecionador e crítico apurado da obra do maior artista de Goiás. Nesta entrevista ao ByBritzNews, Luiz Gravatá conta histórias de Cora Coralina, Jorge Amado, Volpi, entre outros, e traça um histórico da evolução das artes plásticas em Goiás. 

 

BBNewsEntrevista – Gravatá quando e como se deu seu encontro com Goiás?

 

Luiz Gravatá – Bom Marcinho. Em primeiro lugar é muito bom estar aqui em Goiânia, minha pátria maior. Eu fiquei aqui durante 14 anos e há 43 anos eu deixei a cidade. O que aconteceu? Eu sou geólogo. Me formei no Rio na turma de 1966. Em março de 1967, o Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) me contratou para vir para Goiás com um grupo de oito pessoas. Viemos desenvolver o Projeto Goiás, que seria o mapeamento geológico e uma série de projetos específicos de pesquisa geológica.

 

 

BBNewsEntrevista – Isso fazia parte do Projeto Radam Brasil?

 

Luiz Gravatá – Não, não. Este foi um projeto revolucionário iniciado na gestão de Moacyr Vasconcellos, icônico diretor-geral do DNPM. Incrível, foram contratados de uma só vez 253 geólogos do Brasil inteiro. O Radam veio depois e era outra história.

 

 

BBNewsEntrevista –  Aí você estava em 1967.

 

Luiz Gravatá – Em março de 1967. Eles escolheram os oito melhores recém-formados e trouxeram para cá. Do Projeto Goiás surgiu o 6º Distrito do DNPM, que eu fui o primeiro diretor.

 

 

BBNewsEntrevista – Como era Goiânia naquela época?

 

Luiz Gravatá – A cidade acho que tinha 200 mil habitantes. Goiânia foi projetada para 50 mil. Eram 200 mil e não tinha absolutamente nada. Para você ter uma ideia, a gente saía da Praça Cívica, pegava a Avenida 84 e depois da Praça do Cruzeiro não havia asfalto. Na Avenida 85, chegava ali na Praça do Ratinho também não tinha asfalto. Todo esse Setor Bueno, Jardim América era muito limitado. Quando eu chego aqui em Goiânia, vejo a cidade com um milhão e tanto de habitantes e uma quantidade imensa de prédios com 40 andares que me assusta. E tudo sem o menor critério urbanístico. O projeto original de Goiânia do Atílio Correa Lima é muito bem-feito. Será que há infraestrutura para tudo isso? Energia, saneamento, internet e espaço para mobilidade urbana!

 

 

BBNewsEntrevista – Como foi criado este ambiente fértil de artes plásticas em Goiânia, justamente quando a cidade era um ponto isolado no imenso sertão do Brasil Central?

 

Luiz Gravatá – Em 1967 você tinha o Siron Franco, que era muito ativo e o melhor. Poteiro veio depois. O Clebão estudou com Guignard lá em Minas. O DJ era mais regional. O Frei Confaloni, me lembro bem, morreu em 1977. Em junho daquele ano ele fez meu retrato. Foi o último da vida dele. Ele veio para o Estado, acho que em 1950, fazer uns painéis na Cidade de Goiás. Então foi feito um núcleo de artistas desenvolvido com um papel muito grande do Siron. Ele ganhou na época o Prêmio Viagem ao Estrangeiro, o mais importante das artes plásticas do Brasil, do Museu Nacional de Belas Artes, ainda no tempo do Dom João VI. Ganharam esse prêmio Portinari, Iberê Camargo, Eliseu Visconti, Tereza Miranda e vários outros. Siron despertou também os críticos de arte. Jaime Maurício, Roberto Marinho de Azevedo e Carlos von Schmidt. E, claro, o Ferreira Gullar, na minha opinião o maior crítico de arte do Brasil, ou um dos maiores. Ele adorava o trabalho do Siron. Em 1954 houve aqui o primeiro congresso de intelectuais, que reuniu mais de 300 escritores e artistas do Brasil e exterior, como Pablo Neruda, Volpi, Burle-Marx, Carlos Scliar, Jorge Amado, Maria Della Costa, Djanira, Alberto Cavalcanti, Lima Barreto, Bruno Giorgi, e tantos outros.

 

 

BBNewsEntrevista – Esse encontro te traz à memória o Maximiano da Matta Teixeira e a Amália Hermano?

 

Luiz Gravatá – Na minha cabeça vem as figuras maravilhosas do Maximiano e da Amália Hermano. Ele foi colega de turma do Jorge Amado no colégio Antônio Vieira de Salvador. Eles promoveram coisas incríveis no Teatro Goiânia. Quem você imaginar da alta intelectualidade brasileira esteve aqui. Então foi criado um núcleo, uma semente.

 

 

BBNewsEntrevista – O Siron, inclusive, projetou o Antônio Poteiro.

 

Luiz Gravatá – Ele projetou muita gente, mas principalmente o Poteiro como pintor, pois ele era escultor. Eu me lembro de conversa na casa da Fernanda Montenegro. Ela me mostrou uma estatuazinha do Poteiro que ela havia comprado em um mercado de Goiânia defronte ao Hotel Umuarama. Ele se projetou como maior primitivo do Brasil a partir de três telas que o Siron deu para ele. Aliás, bem vagabundas, daquelas Hering. Uma ficou com o Siron, outra comigo, e outra com o Cléber.

 

 

BBNewsEntrevista – Em sua coleção você tem a primeira e a segunda telas do Poteiro. A segunda, inclusive, você achou num galinheiro da casa do Cléber.

 

Luiz Gravatá – A primeira ele fez um Cristo Maracujá sem solvente. Ficou craqueado e eu mandei reentelar. A segunda eu achei no galinheiro do Cléber Gouveia. Ele era um cara muito voador. Eu perguntei: Cleber cadê aquela peça do Romãozinho do Poteiro? Ele disse: Tá lá no galinheiro! Não acredito! Então me dê! Ele disse: leva pro cê, uai! Então, eu estou com essas duas das três primeiras.

 

 

BBNewsEntrevista – Como foi a sua relação com a Cora Coralina?

 

Luiz Gravatá – Eu conheci a Cora em 1969, por aí. Eu pegava meu carrinho e andava exatamente 143 quilômetros até a casa dela. Eu ia lá comprar doces e conversar com ela. Era um papo maravilhoso. Ela falava sobre os cantos dos fantasmas. A Cora não era desconhecida. Somente em 1980, o Carlos Drummond de Andrade tinha uma coluna no Jornal do Brasil. Aí ele conheceu a poesia da Cora e disse que a pessoa mais importante de Goiás, mais do que o governador, era Cora Coralina. A partir daí ela ficou muito conhecida no Brasil. Eu tenho um livro que ela me dedicou chamado Beco de Goiás e Outras Mais.

 

 

BBNewsEntrevista – Você trocava correspondência com a Cora?

 

Luiz Gravatá – Trocava sim. Eu mandava cartão para ela e ela me escrevia cartas lindas. Mas adorava encontrá-la pessoalmente. Ela declamava umas poesias e eu adorava aquilo.

 

 

BBNewsEntrevista – E os doces eram bons mesmo?

 

Luiz Gravatá – Excelentes! Até hoje eu tenho o gosto de um que ela fazia de figo. Só que ela raspava todo conteúdo interno e botava doce de leite com uma tampinha. Tinha ainda o doce de mamão que ela mergulhava em água com cal e saía durinho por fora.

 

 

BBNewsEntrevista – Quais foram os grandes artistas plásticos que você conviveu, sem incluir o Millôr, por enquanto?

 

Luiz Gravatá – Tinha muita gente. Depois que eu voltei para o Rio, em 1980, a gente formou um grupinho. Volpi era muito meu amigo. Era uma pessoa muito simples. Eu o visitava em Cambuci, em São Paulo, ele ficava sem camisa, jogando paciência e me chamava com sotaque italiano de catador de pedra, por eu ser geólogo. Além de ser grande pintor era grande figura humana. Ainda morando em Goiânia, eu levava para ele uma coisa que era o melhor presente da face da terra, que era o fumo de rolo de Piracanjuba, doado aqui pelo meu amigo Lélio Viera Carneiro. Eu comprava quadro dele e ele facilitava em seis cheques. Hoje vale bastante. Naquela época um quadrinho desses era mil dólares. O Scliar era muito meu amigo. Newton Rezende era um cara extraordinário, quase meu irmão. A Giovana Bonino, só fazendo um parênteses, foi a maior marchand do Brasil. Ela tinha galeria em Buenos Aires e Nova York. Ela foi responsável pelas grandes exposições de Volpi, Portinari, Di Cavalcante, Iberê Camargo. Ela era apaixonada pelo Newton Rezende. Quando abria a exposição dele na Galeria Bonino, 80% das telas já tinham sido vendidas. Já tinham o selo vermelho. Ela comprava para ela. Hoje o filho dela deve ter umas 150 peças. Isto até prejudicou o mercado do Newton, pois pouca gente o conhece. O Ferreira Gullar escreveu dois livros sobre ele. O Millôr Fernandes fez a apresentação, coisa que raramente fazia. Também escreveram sobre ele o Antônio Houaiss e Otto Maria Carpeaux. Era meu amigo também o Farnese de Andrade.

 

 

BBNewsEntrevista – O Millôr foi o grande intelectual brasileiro do Século 20?

 

Luiz Gravatá – Sem dúvida alguma! Gozado, tanto o Jorge Amado quanto o Millôr eu conheci em Goiânia. Como eu conheci o Millôr? Em 1979, o Millôr e a Tereza Graupner, que você conheceu, vieram para uma exposição do Siron na galeria da Célia Câmara, ali na Rua 8, Casa Grande Galeria de Arte. Eu já tinha um desenho do Millôr. Ele faleceu há 11 anos. A gente se falava todos os dias. Daria até umas três horas para falar do Millôr. Ele era um baita de um desenhista, a ponto do Pietro Maria Bardi, fundador do Masp, ter feito um livro fantástico sobre a obra dele. É o maior tradutor da língua portuguesa do Shakespeare e Molière. Millor traduziu e criou mais de 120 peças de teatro. Ele fez cinema. Uma ponta com o Oscarito. Ele lançou a Bíblia do Caos, com 4,7 mil frases e pensamentos. Eu tenho muita honra de ele ter dedicado uma frase para mim. Ele fez música. Pouca gente sabe que ele fez música. Concorreu em parceria com a Dulce Nunes no Festival Internacional da Canção e ficou entre os 10 primeiros com o Homem. Millôr queria que a Elisete Cardoso cantasse a música, que era uma voz forte, mas a Nara Leão o pediu para apresentar. Aí perdeu a força com aquela coisa da Nara. Se você me perguntar uma área que ele não atuou não saberia responder.

 

 

 

BBNewsEntrevista – E o que Millôr falava dos tempos do O Pasquim?

 

Luiz Gravatá – Aí são duas fases. Tem a primeira fase de 1969, acho que a primeira edição foi a entrevista com Ibrahim Sued, que foi uma revolução no jornalismo brasileiro. O Pasquim chegou a vender 200 mil em banca. Porra, 200 mil exemplares! Ele, Jaguar, Sérgio Cabral, o pai né, Sérgio Augusto. Toda intelectualidade brasileira estava lá. A segunda fase, quando houve uma certa decadência do Pasquim e muita dívida, devido à porralouquice da turma, Ziraldo e Jaguar literalmente se ajoelharam aos pés do Millôr para que ele assumisse a direção do jornal. Millôr não queria. Mas ele assumiu, pegou empréstimos com o José Aparecido de Oliveira e Fernando Gasparian. A partir daí ele conseguiu equilibrar as finanças e caiu fora. Na censura, quando a turma do Pasquim foi presa, ele fez um desenho, violentíssimo, que era um cara na masmorra, sangrado, magrelo, aquele troço terrível, e na janela do desenho escrito: “Tudo bem, nada consta!”

 

 

 

BBNewsEntrevista – Poucas pessoas têm desenhos do Millôr, mas você tem vários né?

 

Luiz Gravatá – Eu devo ter uns 20. Eu tenho todos os livros do Millôr autografados. Ele não gostava de dar desenho, mas eu dizia para ele que em meu aniversário eu queria um desenho. Em todos os livros dedicados a mim tem texto e desenho. Lindos desenhos. Tem um dele muito gozado. Aparece uma figura com uma bocarra e diz assim: “Ao meu querido amigo Gravatá, explorador de autógrafos.” Ele era um desenhista extraordinário. Em 1956 Millôr ganhou a Bienal de Buenos Aires ao lado do Saul Steinberg.

 

 

BBNewsEntrevista – Como foi essa história que você abriu a gaveta e encontrou cartas recebidas de um monte de gente?

 

Luiz Gravatá – Tem pouco tempo. Sabe aquela gaveta que você abre e vai colocando cartas, bilhetes etc. Eu abri depois de 30 anos e tomei o maior susto. Eu a chamei de Caixa de Pandora do Bem. Só de Jorge Amado são 84 cartas. Tinha de Rubem Braga, Fernando Sabino, Millôr, Cora Coralina, Bianco, Ziraldo, José Rubem Fonseca, Volpi. Tem coisas incríveis.

 

 

BBNewsEntrevista – Você pretende fazer um livro dessas cartas?

 

Luiz Gravatá – Pelo menos organizar o material para depois ver isso. Tem uma muita engraçada do Caribé. Eu tinha comprado uma obra do Caribé por intermédio do Jorge Amado. Aí o Caribé me envia uma carta com um cheque todo despedaçado que ele havia colocado na máquina de lavar. E me pediu para substituir o cheque. Tem umas coisas do Calazans Neto. Nas viagens que faziam ele, Zélia, Jorge, Auta Rosa e Mizette. Eles mandavam cinco cartões com nomes que não eram os deles. Uma vez em Rabat, Marrocos, eles mandaram cartões com nomes árabes. Vou te mostrar!

 

 

BBNewsEntrevista – Como você conheceu o Jorge Amado em Goiânia?

 

Luiz Gravatá – Eu era diretor do DNPM e o Jorge resolveu visitar o Maximiliano da Matta Teixeira com mais 30 pessoas. E ele não tinha infraestrutura. Tinha uma camionete Rural Willys. Então eu fui sorteado para ficar com Jorge em meu fusquinha. Depois Jorge falou para o Maximiano: “Aquele seu motorista é muito simpático.” Aí o pessoal caiu na pele dele!

 

 

BBNewsEntrevista – Porque você decidiu voltar para faculdade e fazer jornalismo?

 

Luiz Gravatá – Pelo o seguinte. O Globo fez um caderno de informática e eu tinha uma coluna naquele estilo do Zózimo, que você soltava a nota com novidades da informática e relacionava as pessoas. Fiz por 11 anos. Eu fui estudar jornalismo no Rio para tentar conhecer mais a teoria do que fazia na prática.

 

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Este post foi escrito por: Marcio Fernandes

As opiniões emitidas nos textos dos colaboradores não refletem necessariamente, a opinião da revista eletrônica.

20 comentários em "O colecionador de histórias do Século 20"

  • entrevista foda,. Marcin

  • Marcelo Melo Marcelo Melo disse:

    Simplesmente maravilhosa essa entrevista. Imensa a bagagem do entrevistado Gravatá. Excelente a escolha e abordagens de Márcio Fernandes. Show!

    • Avatar MARCIO FERNANDES disse:

      Muito obrigado, Marcelão! Quando formos ao Rio iremos almoçar com o Gravatá.

      • Avatar Luiz Gravatá disse:

        Com maior prazer, Marcio e Brandao. Como a gente diz na Bahia: “a casa é de pobre, mas é limpinha… ” rsrs

        • Avatar Luiz Gravatá disse:

          Oxente! Quando eu digo que estou esclerosado, vocês nao acreditam ! Quem voce convidou para conhecer o Gravatá’s foi o Marcelo. Eu chamei o Brandao e, é claro, fica convidado tambem o Marcelo, né? 🤪🤪

  • Avatar Noemy Faria disse:

    Que rica entrevista. Muito bem conduzida por vc Marcinho. Soube explorar este poço de cultura, que é o Gravatá. Parabéns!
    Por estas e outras que BritzNews é sem dúvida, a nossa melhor opção de leitura em Goiás. ❤️❤️❤️❤️

  • Avatar Iran Machado disse:

    Nota 1000! Gravatá é amigo de Trump, Putin e Pope Francis. Qualquer dia ele irá revelar este segredo. Conheci este geólogo multifacetado em Goiânia na década de 60.

  • Avatar Vera Vieira disse:

    Excelente entrevista!! Memórias que o Gravatá guarda com muito carinho! Meu hóspede querido! Não me canso de ouvir as histórias!!

  • Avatar Luiz Gravatá disse:

    Puxa, Marcinho, foi um prazer e uma honra muito grande para mim bater um papo com você, velho amigo e baita profissional das letras que você é .
    E a admiracao que tenho pela Britz? Como a gente fala em nossa Goiás, é demaaaais da conta, sô !
    E o bate papo corre mundo, cara: acabo de receber telefonema do compadre Siron lá de San Francisco, às 5 e meia da matina de la!
    Ele ja tinha lido a entrevista ! Na verdade, Siron foi visitar o filho Jean, , meu afilhado e tambem compadre .
    Confuso, mas eu explico: sou padrinho da linda Lauren, a neta americana, linda, do compadre Siron.
    Entao, Marcio e Britz, quem agradece muitissimo sou eu, pelo privilégio de participar desse grupo tao brilhante. Como há mais de 40 anos bebi a água da Fonte da Caruoca de Vila Boa, logo estarei de volta a essa boa terra que tanto amo.
    Abraço para todos !

    • Britz Britz disse:

      Eita! Esse é o Gravatá, que nunca economiza em belas palavras e construções. Beijos meu querido. Outros relatos virão, né?

      • Avatar Luiz Gravatá disse:

        Também não exagere, querida Britz ! Que belas palavras o quê? Viu como escrevi *caruoca* ao invés de *carioca* ?
        Putz ! Claro que, se você aceitar as minhas “mal traçadas linhas”, vou aparecer sempre! É muita honra para um pobre marquês, minha amiga… bj

  • Avatar Luis Marcelo Fontoura Mourão disse:

    Meu grande amigo Gravatá, como geólogo da Turma de 1972 da UFRJ, tive a oportunidade de conhecer a sua irmã, geóloga Mariângela Gravatá, que também cursava Geologia na Turma de 1973 da UFRJ e através dela tive a satisfação de conhecê-lo pessoalmente no Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) em 1972. Desde então tenho a honra de manter forte amizade com o mestre Gravatá construída ao longo desses anos e nesta oportunidade parabenizo-o pela marcante entrevista concedida à Britz News, quando verificamos a riqueza cultural do entrevistado e seu relacionamento pregresso e atual com personalidades da cultura, no país e no exterior. Parabéns, Gravatá! Não foi à toa que você, como baiano, nasceu em 2 de julho, “Independência da Bahia”…Forte abraço.

  • Avatar Sylvia Melo disse:

    Daquelas entrevistas que qd acaba a gente fica com gostinho de quero mais, será que vai ter parte dois?! Aguardando aqui…😉

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