quinta-feira, 18 de julho de 2024

Só de mulheres e para mulheres

 

Considerado pelo Financial Times o maior aplicativo de mobilidade feminina do mundo, o Lady Driver começa a operar hoje em Goiânia. É exclusivo para passageiras e motoristas mulheres e tem como objetivo garantir mais segurança às usuárias de transporte por aplicativo.  Um diferencial da plataforma está na possibilidade de cadastrar um contato de emergência – com nome, telefone e e-mail.

O aplicativo começou a ser usado em março de 2017 na cidade de São Paulo e em Guarulhos e foi expandido para algumas áreas da zona sul do Rio de Janeiro em 2018. O menu principal do Lady Driver exibe o registro das corridas, opções de pagamento e uma aba para preferências, na qual é possível cadastrar os locais favoritos. O aplicativo está disponível nas lojas oficiais do Google Play e App Store.

 

A Lady Driver foi a primeira a criar um ambiente de trabalho especial para a mulher motorista obter sua independência financeira, com um grande diferencial que nenhum app oferece: a segurança! A empresa paga para a motorista desde o “aceite” da corrida.

 

A empresa foi criada em 2016 por Gabryella Correa, usuária de transporte por aplicativo, que teve uma experiência traumática de assédio. Daí resolveu criar o serviço só para mulheres. Hoje é a CEO e fundadora da startup Lady Driver, que conta com cerca de 60 mil motoristas em todo o país.

 

Em Goiânia, a iniciativa é da empresária goiana Naira de Carli. Ela diz que já são várias mulheres cadastradas e que o número pode aumentar a cada dia – são aceitos apenas carros com quatro portas e ar-condicionado. “Vamos abrir inicialmente com o serviço de corridas agendadas e em breve com chamadas por demanda”, explica.

 

O aplicativo oferece também os serviços Kiddos (de 8 a 16 anos) e Care (acima de 65 anos) e possui sistema de avaliação com opção de “favoritar” uma motorista que a passageira tenha gostado. Daí sempre que a cliente pedir pelo app a chamada vai primeiro para a que ela escolheu.

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Este post foi escrito por: Britz Lopes

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